domingo, 29 de junho de 2014

POSTAGENS DIVERSAS

A gratidão é uma Dádiva Divina. Deus é um ser grato por natureza; tanto que a Bíblia em várias referênças confirma isso. O escritor do Livro Hebreus nos diz: "Porque Deus não é injusto para ficar esquecido do vosso trabalho". Nada que façamos para o Pai Celeste fica sem recompensa, embora não necessariamente, tenhamos de serví-Lo em troca de algo de nosso interesse. Devemos sim, servir ao Senhor porque Ele é bom, e sua misericórdia dura para sempre, e para Sua Glória e Seu Louvor fomos criados. Como já falado, é dEle próprio a gratidão.
              Assim, quero aqui deixar os meus registros de agradecimentos àqueles que direta ou indiretamente contribuíram com o meu aprendizado, para que eu me tornasse o que hoje sou. Não quero cometer nenhuma injustiça ao sitar nomes, porém, alguns nomes são indispensáveis, tais como o do meu velho e saudoso pai Manoelo seu Nenê da Safona e minha saudosa mãe Terezinha, e à minha segunda mãe e mentora espiritual Irmã Natália, ambas velhas coristas da Assembléia de Deus; ao ilustre Irmão Oliveira de Menezes, primeiro mestre; aos saudosos Prof. Leozírio Guimarães, Mestre Valter, Prof. Plínio Gomes e João Gonçalves, Rivaldo Dantas e à destacada Maria Olívia (quem me ensinou a técnica do piano). Ao sempre memorável e saudoso Prof José Marcelino (Presbítero), o vulgo Zezé, a quem devo muito o violonista clássico e pop que me tornei. A esses e a muitos outros que me deram um "empurrãozinho" na música, seja colega, seja aluno, ainda que tenham me ensinado as primeiras posições do violão no "oitão" da igreja (como o velho amigo Ludu) e Renivaldo, quem me emprestou o primeiro trombone de vara (lembra negão?), tipo de instrumento nunca chegado antes em minhas mãos. Não posso, de maneira alguma deixar de lembrar do também saudoso Ten Feitoza e Sgt Raimundo com quem trabalhei por pouco tempo, ao ingressar na Banda da PM-SE e, semanas depois, ter de contar muito com a ajuda daquele Oficial para minha liberação precoce da corporação, partindo em seguida pra Capital Federal, onde deu tudo certo em minha vida profissional. Valeu meus Amigos!
             Saindo de Aracaju, é impossível esquecer de minha segunda terra, a terra da bênção, Brasília, onde vivi por mais de duas décadas, fechando por fim o meu profissionalismo. Lá, tive a sorte de conviver no ambiente extremamente musical da Escola de Música de Brasília (EMB), onde integrei a  Brasília Popular Orquestra (BRAPO), por muitos anos, servindo pra mim de grande escola.
             Ao também infelizmente saudoso amigo Prof. Radegundes Feitosa, aperfeiçoador da minha técnica no trombone-de-vara. Grande companheiro Radego.
             Por fim, a todos os meus colegas e parceiro musicais, o meu muitíssimo obrigado, rogando ao Todo Poderoso que os recompense com as mais ricas bênçãos dos Céus.
             Portanto meus queridos, sejamos gratos uns com os outros, posto que a ingratidão é um mal que corrompe a humanidade desde os tempos antigos. A pessoa grata é muito mais feliz. A ingrata não prospera, é infeliz e morre seca, isolada e deprimida - é a lei da semeadura.