A gratidão é uma Dádiva Divina. Deus é um ser grato por natureza; tanto que a Bíblia em várias referênças confirma isso. O escritor do Livro Hebreus nos diz: "Porque Deus não é injusto para ficar esquecido do vosso trabalho". Nada que façamos para o Pai Celeste fica sem recompensa, embora não necessariamente, tenhamos de serví-Lo em troca de algo de nosso interesse. Devemos sim, servir ao Senhor porque Ele é bom, e sua misericórdia dura para sempre, e para Sua Glória e Seu Louvor fomos criados. Como já falado, é dEle próprio a gratidão.
Assim, quero aqui deixar os meus registros de agradecimentos àqueles que direta ou indiretamente contribuíram com o meu aprendizado, para que eu me tornasse o que hoje sou. Não quero cometer nenhuma injustiça ao sitar nomes, porém, alguns nomes são indispensáveis, tais como o do meu velho e saudoso pai Manoel, o seu Nenê da Safona e minha saudosa mãe Terezinha, e à minha segunda mãe e mentora espiritual Irmã Natália, ambas velhas coristas da Assembléia de Deus; ao ilustre Irmão Oliveira de Menezes, primeiro mestre; aos saudosos Prof. Leozírio Guimarães, Mestre Valter, Prof. Plínio Gomes e João Gonçalves, Rivaldo Dantas e à destacada Maria Olívia (quem me ensinou a técnica do piano). Ao sempre memorável e saudoso Prof José Marcelino (Presbítero), o vulgo Zezé, a quem devo muito o violonista clássico e pop que me tornei. A esses e a muitos outros que me deram um "empurrãozinho" na música, seja colega, seja aluno, ainda que tenham me ensinado as primeiras posições do violão no "oitão" da igreja (como o velho amigo Ludu) e Renivaldo, quem me emprestou o primeiro trombone de vara (lembra negão?), tipo de instrumento nunca chegado antes em minhas mãos. Não posso, de maneira alguma deixar de lembrar do também saudoso Ten Feitoza e Sgt Raimundo com quem trabalhei por pouco tempo, ao ingressar na Banda da PM-SE e, semanas depois, ter de contar muito com a ajuda daquele Oficial para minha liberação precoce da corporação, partindo em seguida pra Capital Federal, onde deu tudo certo em minha vida profissional. Valeu meus Amigos!
Saindo de Aracaju, é impossível esquecer de minha segunda terra, a terra da bênção, Brasília, onde vivi por mais de duas décadas, fechando por fim o meu profissionalismo. Lá, tive a sorte de conviver no ambiente extremamente musical da Escola de Música de Brasília (EMB), onde integrei a Brasília Popular Orquestra (BRAPO), por muitos anos, servindo pra mim de grande escola.
Ao também infelizmente saudoso amigo Prof. Radegundes Feitosa, aperfeiçoador da minha técnica no trombone-de-vara. Grande companheiro Radego.
Por fim, a todos os meus colegas e parceiro musicais, o meu muitíssimo obrigado, rogando ao Todo Poderoso que os recompense com as mais ricas bênçãos dos Céus.
Portanto meus queridos, sejamos gratos uns com os outros, posto que a ingratidão é um mal que corrompe a humanidade desde os tempos antigos. A pessoa grata é muito mais feliz. A ingrata não prospera, é infeliz e morre seca, isolada e deprimida - é a lei da semeadura.
MAESTRO MOISÉS TROMBONE
domingo, 29 de junho de 2014
quinta-feira, 19 de dezembro de 2013
- Sou músico cristão atuante e músico militar da Reserva (Inativo do Exército). A partir de 1975, aos 12 anos de idade, na tradicional Banda da Assembléia de Deus, em minha terra-natal Aracaju, iniciei minha história musical. Filho de sanfoneiro e mãe corista, ambos convertidos ao evangelho, herdei a música de sangue do meu velho e saudoso pai, Manuel. Além da igreja, em bandas, fanfarras e conjuntos instrumentais, participei da vida musical de minha cidade até os idos de 1984. Daí, surgiram novas oportunidades em Brasília-DF através de amigos que me incentivaram a experimentar o meio musical da Capital Federal. Lá, em igrejas, clubes, bares e teatros, toquei em cultos, missas, quermesses, bailes e shows, recheados por "canjas" e substituições, com os maestros Zuza, Manuel Carvalho, Chú Viana, Ted Moreno e Joel Barbosa. Com as orquestras locais de Brasília e outros grupos participei de palcos com gente renomada do celeiro nacional/internacional, a saber: Raul de Souza, Toninho Horta, Carlos Malta, Roberto Sion, Thiago de Melo, Lula Galvão, Nico Assunção, Vittor Santos, Ivanildo Sax de Ouro, Robertinho Silva, Hamilton de Holanda, Armandinho, Reco do Bandolim, Radegundis Feitosa, Maestros Duda e Dimas Sedícias, Nairson Simões e muitos outros. Em 2001 integrei a galeria de professores do Curso Internacional de Verão da Escola de Música de Brasília - CIVEBRA, como professor de trombone popular. Depois fui convidado a participar da Associação Brasileira de Trombonistas - ABT, onde ministrei oficinas de harmonia e improvisação em várias partes do país. Atividade marcante em 2006 foi a participação de uma amostra da música brasileira na capital peruana, Lima, junto ao amigo e grande trompetista Moisés Paraybach e Grupo Choro Livre, atividade registra pela TV Câmara-DF - Programa "Talentos". No final de 2006 mudei-me para Salvador-BA por necessidade da carreira músico-militar. Na Capital Baiana exerci a função de Maestro da Banda/Coral do Corpo de Alunos do Colégio Militar de Salvador durante cinco anos. Nesse ínterim conheci o Maestro Fred Dantas, com quem me aperfeiçoei em regência de Banda, pela Oficina de Frevos e Dobrados, no famoso Pelourinho. Outra atividade marcante em Salvador foram as "canjas" na Orquestra Rumpillez com o Maestro Litieres (à época, sax da Ivete Sangalo). Neste ano de 2012 migrei de Salvador para o Matogrosso (ainda pelo Exército), onde participei da Banda Militar local e outros projetos musicais da capital cuiabana. Por fim, encontro-me de volta ao meu aconchego e raízes, Aracaju, onde pretendo fincar o seguimento da vida em geral. Já estamos atuando novamente no meio musical sergipano no qual pretendo, ainda, realizar muitos sonhos e projetos, querendo Deus. Mas o melhor de toda essa nossa história é continuarmos nos Eternos Caminhos de Deus, os quais nos levam à salvação. Amém. Alô Músicos Cristãos e Colegas de Palco! Estamos juntos - em Cristo. Maestro Moisés.
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